quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Plúmbeo


flores brancas e serenas
no ventre úmido da morte...

a coroa de sentimentos
na cabeça
do caixão de madeira...

o púmbleo escuro das nuvens,
os suspiros sem eira nem beira...

um rock na horizontal...

Um comentário:

Me Morte disse...

Anderson, o Vale ganhou um presente, Você, poeta de primeira qualidade. Eu tava curiosa para ler algo gótico seu, matou a pau, lindo. De primeira. Seja bem vindo.