No alto de despenhadeiro, o castigo.
Ah, maldito! Insano foste.
Porque a imortalidade é um pesadelo
Aos mortais que só entoam o “Carpe Diem”.
O Cáucaso é tua morada.
A águia é tua ferida.
Imortal... Clamas? Inútil.
És tão imprudente quanto Ìcaro,
Ou Pandora, tua desgraça.
Amaldiçoaste o Fogo para sempre.
A Prometeu, todo o martírio!
Aos mortais basta amarem-se,
Insuflados pelo sopro de Minerva.
Porque então serão sempre mortais,
E jamais ameaçarão a dinastia dos deuses.
Um comentário:
Pois é... mitologia é sempre uma fonte de inspiração para loucos poetas....
Bem legal...
Abraços
Beto Reis
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