
A linha trêmule
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O rábula-porteiro do paraíso me negou o visto
Já sete peles me deu cachaça e vinho
Na linha do trem tirei a blusa, o short e as havaianas
Fiquei só de calcinha cor de rosa
Num montinho de terra fiquei de cócoras e dormi
Acordei com grossas caricias em meu intestino grosso
Que delicia, sou um homem feliz
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Alex Plunk...(veja a Galeria AQUI )
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(foto "Bar do Escretor" do artista Alex Plunk - feita com fezes humanas, de cobra, rato, guano, wassabi, corante...).
Um comentário:
Obrigado pela homenagem, fico emocionado Me. Bjs.
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