
PARIDO
desnorteada tristeza
formiga palma da mão
exércitos de fome
no colapso destila o veneno fatal
qual o mais forte?
ruíram-se os castelos
cartas, pra que te quero?
hoje o suor é sofrido
no frio reescrevo dores
ecos, horrores
disforme latejo
no olho da poça
vestida de vermelho
crava a lança
escuta o grito
salto parido
na dobra do jornal
** Gaivota **
*
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