quarta-feira, 28 de maio de 2008

Soneto da insanidade

Ouço o que a noite fala.E me calo!

e falo pouco de amor qualquer, pois

me dano em lua cheia.Encontra-me “Falo”!

Outra vez me calo a fundo, pois irei amá-lo.


À meia-noite ameaça declamar o enigma

as cortinas fecham-se onde penetra agonia

onde fazia frio,talvez em um prazer confuso

de absurdo choro, envolvendo-me à redenção.


As rosas pretas absorvem meu veneno selvagem

te tento,atenta por milhares de maneiras inocentes

entregando-me a tal luto,pois esquecerei de morrer.


A noite explora a palidez cínica do meu outro lado

do outro a brisa áspera condena-me em luzes mortais

deixando apenas meu coração que chora,nunca de amor.





Por Emerson Sarmento


4 comentários:

Ana Kaya disse...

Xerosu, não poderia deixar de te prestigiar.
Adorei seu texto, lindo, lindo como tudo que fazes.
Mas eu choro de amor sim, e muito.

Parabéns amigo, beijos e xerus.

tato disse...

simplesmente uma arte!
amei(L)

é um grane artista garoto ;)
bju =***

lanny

Emerson Sarmento disse...

-

Valeeu gente!
Um xeruuu.

Me Morte disse...

Émerson, se ler meu texto do dia 31 vai entender porque não comentei teu poema antes. Lindo!!!
Me perdoe por não ter colocado a figura, eu estava sem pc...Estou numa lan agora e tenho tanta coisa pra ver...Amei teu poema!
Beijão