terça-feira, 13 de outubro de 2009

NA MADRUGADA









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Na madrugada, o escuro amedronta,

Prendo-me a pensamentos secretos,

De um mundo que me vejo coberto,

Por teu sexo, teu aroma.


Sinto seu toque que me conforta,

Seu beijo me da calafrios,

Tenho medo de ir lá fora,

E despertar-me deste sonho infértil.


A tormenta desaba, destrói,

Mas me aquece a lembrança do teu ser,

Irradiando tudo que esta lá fora,

E dos pesadelos fazendo-me esquecer.


Na madrugada meus desejos não têm limite,

Perco-me no querer, mesmo sem ver,

A lembrança jaz uma tristeza,

De lembrar o que me faz bem, e não ter.

Um comentário:

Lethéia disse...

belo..eu gosto..bye