
Às vezes sou má
Quando desejo espinhos aos inimigos
Às vezes quando pressinto perigo,
Vou lá, até você, como um abrigo.
Sou humana, imperfeita, desato,
Mato, desprezo, rezo, choro,
Amo e com teu gozo me deleito.
Sou eu que me vejo normal
E os impuros, os irreais,
Os podres seres, inanimais,
Pois animais são divinos,
Amigos são hinos, bons ventos...
E escrotos...bem, são sempre escrotos.
Numa roupagem de bons moços,
Que não passam de assassinos
De ideais, de sentimentos,
De amizades, anormais jumentos,
Que excretam em si mesmo...
E ainda choram pelos seus "ais".
Me
Um comentário:
Gostei Me, o tema é interessante, o ritmo está bom... Vc tem jeito pra coisa, rs, rs
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